"Ser como o robalo, por causa da boca perdeu o rabo”.
(Marcus Ottoni – jornalista)
Os últimos acontecimentos políticos no Brasil tem revelado para a sociedade brasileira o que já não é segredo para ninguém e que, agora, se cristaliza desnudando o iceberg da corrupção institucionalizada pelo Partido dos Trabalhadores com tentáculos em todos os partidos, nos três níveis da administração pública do país: federal, estadual e municipal.
Mais do que isso, o que fica nítido e incontestável é o escárnio da quase totalidade da classe política nacional (não apenas no plano federal) para com a sociedade que ficou refém de uma quadrilha de criminosos que assaltaram descaradamente o tesouro público desviando recursos dos impostos pagos pelos brasileiros e impedindo que esses bilhões de reais fossem utilizados em ações para beneficiar a população com serviços, obras e programas voltados para a melhoria da qualidade de vida, principalmente nas áreas da saúde, educação, segurança e mobilidade urbana.
A contaminação do mal gerado nas entranhas do lulopetismo e viralizada como praga na maioria dos partidos envolvendo quase a totalidade dos políticos sem escrúpulos e criminosos, não é apenas danosa do ponto de vista ético e moral. É nociva porque se espalhou pelo país criando bolsões de misérias e insegurança para a população que passou a conviver com a certeza de que o crime no Brasil realmente compensa por causa da impunidade de que gozam os ladrões de colarinho branco, agora estendida aos marginais comuns que se aproveitam da desorganização social e política no país para ampliar seus horizontes e suas ações criminosas.
Nesse caos político onde cada um tenta salvar o rabo do cutelo moral e eleitoral, vai se descobrindo que as instituições republicanas brasileiras estão totalmente contaminadas pelo vírus da corrupção lulopetista que não teve e nem tem limites de atuação já que se enraizou como programa de governo e não como exceção legal que deve ser combatida com dureza pelos poderes, hoje podres, da República. A sociedade assiste a todo esse escárnio da maioria dos políticos tentando acreditar que ainda há uma saída para salvar o Brasil do triste e tenebroso fim que se avizinha, caso tudo isso termine numa gigantesca pizza.
Mas o que mais chama a atenção não é a descoberta diária de novos e cabeludos roubos via corrupção institucionalizada. É sim a cara de pau dos políticos, principalmente a turma de choque da oposição ao atual governo (diga-se de passagem, que ao longo dos últimos 13 anos todo esse pessoal foi conivente e cúmplice de toda essa roubalheira criminosa e se beneficiaram dos recursos roubados do povo pelos empresários criminosos) que se organiza para rasgar a Constituição porque foram apeados do Poder e visualizam no mantra da “diretas já” a possibilidade de reassumir o cargo de mandatário do país e reeditar a corrupção, além de promover um “caça-bruxa” sem precedentes na história do Brasil.
São políticos desmoralizados e sem qualquer ética no exercício da atividade política que, ao serem contrariados em suas intenções rasgam a Constituição como se ela fosse um rolo de papel higiênico cuja finalidade é apenas a limpeza dos resíduos de excrementos após a obração humana. E tentam mutilar a Constituição porque eles mesmos desmoralizam a classe política, não apenas com o apoio e cumplicidade nas práticas criminosas ao longo de quase duas décadas e meia, mas pelo próprio discurso utilizado para justificar a realização de eleições diretas em caso do afastamento definitivo do atual presidente da República, eleito por eles e constitucionalmente empossado no cargo graças aos votos dos petistas e seus agregados do PCdoB, PDT, entre outros.
Justificam a necessidade de rasgar a Constituição mudando a regra do jogo durante a partida alegando que o atual Congresso Nacional – do qual fazem parte e atuam efetivamente - não tem competência e nem moral para escolher um “presidente tampão” para concluir o mandato presidencial até 31 de dezembro de 2018 (caso Michel Temer perca o cargo). Dizem que o parlamento brasileiro (Senado e Câmara) está contaminado pela corrupção e ladroagem que eles, enquanto governo lulopetista, apoiaram, aplaudiram, se beneficiaram e são também parte dessa escória política que roubou o país e, agora, se auto nomeiam “incapazes, sem ética, desmoralizados, corruptos e quadrilheiros da corrupção institucionalizada pelo lulopetismo” ao justificar o mantra da “diretas já” para rasgar a Constituição.
O Congresso Nacional se transformou num prostíbulo espúrio da classe política brasileira. Isso, só não sabe os índios não contatos da Amazônia Legal. Qualquer cidadão brasileiro tem conhecimento dessa vergonhosa situação do parlamento brasileiro (e não apenas em Brasília, mas também nos estados e municípios). Justiça seja feita, há nesse charco de podridão política, parlamentares que merecem o respeito da sociedade por atuarem em seus mandatos com ética e voltados para a geração de políticas públicas que melhorem as condições de vida de todos os brasileiros. Eles atuam no Congresso Nacional (Senado e República) e não podem ser jogados na vala comum da bandidagem como querem os “da oposição”, apenas para justificar o “rasgar a Constituição”.
É preciso que a sociedade brasileira saiba que o importante nesse momento em que o atual presidente pode perder o cargo e será preciso um “presidente tampão” para concluir o mandato até o final de 2018, é separar o joio do trigo, ou colher na lama a flor de lótus. A democracia pede respeito às leis vigentes, principalmente a Constituição. Para isso se deve separar os bons dos maus, os honestos dos corruptos, os ladrões do parlamentar do bem. Não se pode nesse momento quando o país se vê na encruzilhada política buscar soluções de momento para atender interesses escusos de políticos inescrupulosos que ajudaram a levar o Brasil para o buraco apoiando sem cerimônia a corrupção, a roubalheira e a desmoralização da classe política a qual pertencem e criando a maior crise institucional do país.
Vale lembrar um dito popular muito comum cidades praianas do Brasil:“Ser como o robalo, por causa da boca perdeu o rabo”.
Mais do que isso, o que fica nítido e incontestável é o escárnio da quase totalidade da classe política nacional (não apenas no plano federal) para com a sociedade que ficou refém de uma quadrilha de criminosos que assaltaram descaradamente o tesouro público desviando recursos dos impostos pagos pelos brasileiros e impedindo que esses bilhões de reais fossem utilizados em ações para beneficiar a população com serviços, obras e programas voltados para a melhoria da qualidade de vida, principalmente nas áreas da saúde, educação, segurança e mobilidade urbana.
A contaminação do mal gerado nas entranhas do lulopetismo e viralizada como praga na maioria dos partidos envolvendo quase a totalidade dos políticos sem escrúpulos e criminosos, não é apenas danosa do ponto de vista ético e moral. É nociva porque se espalhou pelo país criando bolsões de misérias e insegurança para a população que passou a conviver com a certeza de que o crime no Brasil realmente compensa por causa da impunidade de que gozam os ladrões de colarinho branco, agora estendida aos marginais comuns que se aproveitam da desorganização social e política no país para ampliar seus horizontes e suas ações criminosas.
Nesse caos político onde cada um tenta salvar o rabo do cutelo moral e eleitoral, vai se descobrindo que as instituições republicanas brasileiras estão totalmente contaminadas pelo vírus da corrupção lulopetista que não teve e nem tem limites de atuação já que se enraizou como programa de governo e não como exceção legal que deve ser combatida com dureza pelos poderes, hoje podres, da República. A sociedade assiste a todo esse escárnio da maioria dos políticos tentando acreditar que ainda há uma saída para salvar o Brasil do triste e tenebroso fim que se avizinha, caso tudo isso termine numa gigantesca pizza.
Mas o que mais chama a atenção não é a descoberta diária de novos e cabeludos roubos via corrupção institucionalizada. É sim a cara de pau dos políticos, principalmente a turma de choque da oposição ao atual governo (diga-se de passagem, que ao longo dos últimos 13 anos todo esse pessoal foi conivente e cúmplice de toda essa roubalheira criminosa e se beneficiaram dos recursos roubados do povo pelos empresários criminosos) que se organiza para rasgar a Constituição porque foram apeados do Poder e visualizam no mantra da “diretas já” a possibilidade de reassumir o cargo de mandatário do país e reeditar a corrupção, além de promover um “caça-bruxa” sem precedentes na história do Brasil.
São políticos desmoralizados e sem qualquer ética no exercício da atividade política que, ao serem contrariados em suas intenções rasgam a Constituição como se ela fosse um rolo de papel higiênico cuja finalidade é apenas a limpeza dos resíduos de excrementos após a obração humana. E tentam mutilar a Constituição porque eles mesmos desmoralizam a classe política, não apenas com o apoio e cumplicidade nas práticas criminosas ao longo de quase duas décadas e meia, mas pelo próprio discurso utilizado para justificar a realização de eleições diretas em caso do afastamento definitivo do atual presidente da República, eleito por eles e constitucionalmente empossado no cargo graças aos votos dos petistas e seus agregados do PCdoB, PDT, entre outros.
Justificam a necessidade de rasgar a Constituição mudando a regra do jogo durante a partida alegando que o atual Congresso Nacional – do qual fazem parte e atuam efetivamente - não tem competência e nem moral para escolher um “presidente tampão” para concluir o mandato presidencial até 31 de dezembro de 2018 (caso Michel Temer perca o cargo). Dizem que o parlamento brasileiro (Senado e Câmara) está contaminado pela corrupção e ladroagem que eles, enquanto governo lulopetista, apoiaram, aplaudiram, se beneficiaram e são também parte dessa escória política que roubou o país e, agora, se auto nomeiam “incapazes, sem ética, desmoralizados, corruptos e quadrilheiros da corrupção institucionalizada pelo lulopetismo” ao justificar o mantra da “diretas já” para rasgar a Constituição.
O Congresso Nacional se transformou num prostíbulo espúrio da classe política brasileira. Isso, só não sabe os índios não contatos da Amazônia Legal. Qualquer cidadão brasileiro tem conhecimento dessa vergonhosa situação do parlamento brasileiro (e não apenas em Brasília, mas também nos estados e municípios). Justiça seja feita, há nesse charco de podridão política, parlamentares que merecem o respeito da sociedade por atuarem em seus mandatos com ética e voltados para a geração de políticas públicas que melhorem as condições de vida de todos os brasileiros. Eles atuam no Congresso Nacional (Senado e República) e não podem ser jogados na vala comum da bandidagem como querem os “da oposição”, apenas para justificar o “rasgar a Constituição”.
É preciso que a sociedade brasileira saiba que o importante nesse momento em que o atual presidente pode perder o cargo e será preciso um “presidente tampão” para concluir o mandato até o final de 2018, é separar o joio do trigo, ou colher na lama a flor de lótus. A democracia pede respeito às leis vigentes, principalmente a Constituição. Para isso se deve separar os bons dos maus, os honestos dos corruptos, os ladrões do parlamentar do bem. Não se pode nesse momento quando o país se vê na encruzilhada política buscar soluções de momento para atender interesses escusos de políticos inescrupulosos que ajudaram a levar o Brasil para o buraco apoiando sem cerimônia a corrupção, a roubalheira e a desmoralização da classe política a qual pertencem e criando a maior crise institucional do país.
Vale lembrar um dito popular muito comum cidades praianas do Brasil:“Ser como o robalo, por causa da boca perdeu o rabo”.
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