Poemas de Arkimedes Pouchart (II)
A sina assassina
(Arkimedes Pouchart)
A arma empunhada e pronta
A vida amarrada e pronta
A bala segue sua trajetória
O peito revela seu destino
Assim, a sina assassina
A lágrima rola no rosto
O riso abre os lábios
A dor marca a perda
A ironia é a felicidade alheia
Assim, a sina assassina
O corpo cai no chão
O fuzil se perfila ao corpo
O chão sujo de sangue
As mãos do sangue se limpam
Assim, a sina assassina
Quem tomba morto pelo fuzil
Não morre em vão pelo Brasil
Quem mira o tiro e dispara a bala
Apodrece na história da Pátria
Assim, a sina assassina
Os que partem assim com o mesmo fim
São os que ficam para sempre na memória
São guerreiros de uma batalha sem fim
São prisioneiros da liberdade e da história
Assim, a sina assassina
Vá boca ousada, canta tua canção
Vá peito aberto, enfrenta a tirania
Vá mão destemida, faça na luta a união
Vá coração amigo, constroi a rebeldia.
Assim, a sina assassina
(Arkimedes Pouchart)
A arma empunhada e pronta
A vida amarrada e pronta
A bala segue sua trajetória
O peito revela seu destino
Assim, a sina assassina
A lágrima rola no rosto
O riso abre os lábios
A dor marca a perda
A ironia é a felicidade alheia
Assim, a sina assassina
O corpo cai no chão
O fuzil se perfila ao corpo
O chão sujo de sangue
As mãos do sangue se limpam
Assim, a sina assassina
Quem tomba morto pelo fuzil
Não morre em vão pelo Brasil
Quem mira o tiro e dispara a bala
Apodrece na história da Pátria
Assim, a sina assassina
Os que partem assim com o mesmo fim
São os que ficam para sempre na memória
São guerreiros de uma batalha sem fim
São prisioneiros da liberdade e da história
Assim, a sina assassina
Vá boca ousada, canta tua canção
Vá peito aberto, enfrenta a tirania
Vá mão destemida, faça na luta a união
Vá coração amigo, constroi a rebeldia.
Assim, a sina assassina
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