Poemas de Arkimedes Pouchart (I)
Liberdade
(Arkimedes Pouchart)
A mão que cerra o punho e fecha o gesto
E o braço que a ergue na contra luz do horizonte
Não é apenas uma mão solitária
É uma e mais mil que se revelam para a história
O grito que brota no peito
E sobe garganta a fora até a boca escancarada
Não é apenas um som solitário
É a rebeldia da multidão que se arma com a voz
O peito que enfrenta a arma
E se coloca na mira do fuzil macabro
Não é apenas um corpo solitário
É mais, mil vezes mais, do que um apenas e só
A mente que fere a opressão
E explode na consciência da multidão
Não é apenas um pensamento solitário
É a vontade de liberdade multiplicada e sem fim
A vida que combate o terror
E dilacera as estranhas do pavor
Não é apenas parte de um ser somente e único
É o coletivo da certeza de que um novo dia chegou.
A liberdade nunca será tarde... nem tardia.
(Arkimedes Pouchart)
A mão que cerra o punho e fecha o gesto
E o braço que a ergue na contra luz do horizonte
Não é apenas uma mão solitária
É uma e mais mil que se revelam para a história
O grito que brota no peito
E sobe garganta a fora até a boca escancarada
Não é apenas um som solitário
É a rebeldia da multidão que se arma com a voz
O peito que enfrenta a arma
E se coloca na mira do fuzil macabro
Não é apenas um corpo solitário
É mais, mil vezes mais, do que um apenas e só
A mente que fere a opressão
E explode na consciência da multidão
Não é apenas um pensamento solitário
É a vontade de liberdade multiplicada e sem fim
A vida que combate o terror
E dilacera as estranhas do pavor
Não é apenas parte de um ser somente e único
É o coletivo da certeza de que um novo dia chegou.
A liberdade nunca será tarde... nem tardia.
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