Quem ordenou a execução da vereadora carioca Marielle do PSoL?
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Vereadora do PSoL, Marielle Franco, em reunião com mulheres negras (foto internet) |
(Marcus Ottoni – jornalista)
Quem matou a vereadora do PSoL no Rio de Janeiro todo mundo
sabe: terroristas urbanos. Mas a pergunta é: quem ordenou a execução da
vereadora carioca Marielle? A tragédia que vitimou a militante do PSoL
transformou seu cadáver em bandeira política dos ditos esquerdistas nacionais
com repique na imprensa brasileira e nas redes sociais fazendo da socióloga uma
mártir das causas defendidas pelos partidos e movimentos alinhados a Venezuela,
Correia do Norte, Cuba entre outros.
Porém, o que defendem esses movimentos e partidos? A
manutenção do caos no Rio de Janeiro, a desmilitarização da Polícia Militar, o
fim da intervenção no Rio, o fim dos acordos com o Mercosul(?) e Fora Temer (o
velho mantra da esquerdopatia inconformada por perder privilégios e ter que
engolir o vice-presidente que elegeram em duas eleições como presidente de fato
e direito). É isso que eles pedem e, essa retórica interessa a quem? A todos
que operam no terrorismo urbano travestidos de organizações criminosas, como
gostar de classificar o atual ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.
Então vamos analisar sob uma outra ótica. Marielle reunia
todos as condições fundamentais que a enquadrava como “possível alvo” das forças
de segurança, principalmente da banda podre da Polícia Militar carioca. Era
negra, mulher, lésbica, socióloga, mãe, defensora intransigente das mulheres
negras, dos direitos humanos, dos moradores das comunidades faveladas da
capital e, também, socialista do PSoL, partido irmanado na defesa de regimes
ditatoriais como Cuba, Venezuela, Correia do Norte e por aí segue a esteira.
O PSoL é radicalmente contra a intervenção federal na
segurança pública no governo carioca e luta de todas as formas para pôr um fim na
presença do Exército Brasileiro no Rio. O tom dos discursos do partido da
vereadora executada é radical com relação a intervenção e a própria Marielle
assumiu na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, antes de ser executada, a
comissão de vereadores que vai acompanhar e investigar as ações dos militares
durante a intervenção. Mais uma condição que a colocava como “alvo em potencial”
das forças de segurança.
Se olharmos o conjunto dos fatos, desde a decretação da
intervenção militar no Rio, temos uma nova e curiosa analise em pauta. Quem
está na contra-mão da intervenção não é o cidadão de bem, o povo trabalhador, a
dona de casa, o estudante, o empresário honesto, enfim a sociedade ordeira e
pacata da capital carioca. Quem está perdendo terreno e, consequentemente
dinheiro e integrantes é o terrorismo urbano, sem distinção de grupo ou nome.
Todos, sem exceção estão vendo o poder escapando de suas mãos, perdendo o
controle sobre seus territórios e seus negócios ficando comprometidos pela ação
do Exército Brasileiro.
Se os terroristas urbanos controlam comunidades que são
transformadas em redutos eleitorais de políticos filiados a partidos que os
protegem e defendem seus interesses encobertos por leis de avanço social, é de
se imaginar que a vereadora Marielle reunia todos os “predicados” para agradar
os grupos terroristas do Rio de Janeiro e, em tese, estar protegida para
realizar seu trabalho em defesa do que acreditava ser justo e politicamente
correto dentro de sua visão de militante do PSoL. Era uma representante de peso
das minorias no universo político do estado, eleita com 46 mil votos dos
cariocas, em sua grande maioria de bairros nobres da capital.
As denúncias de abusos, truculência e assassinatos
promovidos pela Polícia Militar carioca feitas pela Marielle, tinham, como
objetivo, desacreditar a PM para conseguir sua desmilitarização, favorecendo
assim, justamente, a banda podre da Polícia, os terroristas urbanos e
enfraquecendo o poder de combate as organizações de terror pelas forças de
segurança. Para ela, e seu partido, a intervenção era um estorvo para os
objetivos do mandato que defendia, como o PSoL, o retorno ao caos urbanos, ou
seja, tudo como antes no quartel de Abrantes.
Nesse caldeirão, fica difícil imaginar que a Polícia
Militar, o Exército Brasileiro, ou mesmo os grupos terroristas do Rio de
Janeiro programaram a execução da vereadora Marielle. Mas, como se viu, de
imediato a culpa caiu sobre as forças de segurança do Rio de Janeiro, gerando,
em efeito dominó, protestos por quase todo o país e colocando o PSoL em destaque
nas manchetes dos telejornais e enchendo as redes sociais de postagens que
maximizaram o partido, ampliando o discurso alinhado aos regimes totalitários
do comunismo como Correia do Norte, Venezuela e Cuba e dando, o mais
importante, visibilidade nacional a uma legenda basicamente carioca, que lançou, recentemente, seu candidato a presidente da República, um dirigente do Movimento dos Sem Tetos (MTST).
Me vem a memória agora, episódios do período dos governos militares,
entre 66 e 70, quando os grupos terroristas que lutavam para tomar o poder dos
generais, abastecidos com recursos de países comunistas e com treinamento de
táticas de guerrilhas em Cuba, tinham como prática “justiçar” seus militantes, assassinando jovens que por algum motivo se desencantavam com a
luta armada e a boboseira do comunismo moscovita de Stalin, para colocar suas
mortes na conta dos militares, tentando comover a sociedade e angariar apoio para a
guerrilha urbana. Do mesmo jeito que o ditador russo Stalin fez com os judeus da
URSS na segundo guerra, matou-os e colocou o genocídio na conta do seu colega alemão
Adolf Hitler.
Assim, a pergunta que deve ser feita pela sociedade e
respondida pelas autoridades, não é quem matou Marielle. Mas sim, quem ordenou
a execução da vereadora do PSoL carioca? Acredito que nenhuma linha de investigação deva ser descartada...
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