Os cúmplices de Adélio Bispo na tentativa de assassinar o deputado Jair Bolsonaro
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Investigações sobre tentativa de assassinar Bolsonaro estão sob sigilo (foto internet) |
(Marcus Ottoni – jornalista)
Aos poucos vão ganhado forma e corpo os cúmplices do pedreiro Adélio Bispo de Oliveira, ex-militante do PSoL alinhado à esquerda lulopetista, na tentativa de assassinar o deputado federal Jair Bolsonaro, líder em todas as pesquisas de intenção de votos para presidente da República. 21 dias depois daquela tarde em Juiz de Fora o que se tem de concreto das investigações é um silêncio criminoso por parte dos órgãos responsáveis pela condução das investigações, e sinais claros de que querem jogar panos quentes num crime que feriu a República e toda a sociedade brasileira.
Ao decretar o sigilo do inquérito, com base no famigerado Código Processo Penal, artigo 20, as autoridades mostram que não há interesse algum em elucidar o caso, punir e desmascarar a rede de assassinos que se esconde atrás do criminoso Adélio Bispo de Oliveira. Além disso, a manutenção do delegado federal Rodrigo Morais como responsável pelas investigações do atentado no âmbito da Polícia Federal revela a disposição de transformar a tentativa de assassinato de Bolsonaro num episódio de “agressão” feita por um psicopata solitário, num momento de surto psicótico causado pelo discurso do candidato do PSL.
O delegado federal Rodrigo Morais tem contra si, nesse caso, a intimidade com o governo mineiro do petista Fernando Pimentel onde exerceu cargos de confiança e de quem recebeu a mais alta honraria mineira, a medalha Alferes Tiradentes. Também, foi “enviado” pelo governador petista para assistir, a final do “Super Bowl”, no Levi´s Stadium, em Santa Clara, Califórnia (EUA), um jogo do campeonato de futebol americano, há dois anos com todas as despesas pagas pelo governo de Minas Gerais. Além disso, já declarou antecipadamente a uma emissora de televisão que o Adélio Bispo agiu sozinho e que a Polícia Federal está “convicta” de que o criminoso não contou com a “ajuda de ninguém” e que o manuseio da faca é fruto da experiência adquirida por Adélio Bispo quando trabalhou num “açougue”, em Curitiba, “preparando comida japonesa”. Pode?
Se o artigo 20 do Código Processo Penal assegura a autoridade o sigilo do inquérito para a “elucidação do fato” sendo exigido pelo “interesse da sociedade”, a Constituição Federal, em seu artigo 5º inciso 60 restringe o sigilo do inquérito a “defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem”. Não há outro interesse da sociedade que não seja conhecer a rede de assassinos que planejou o assassinato do presidenciável Jair Bolsonaro e todos os movimentos das polícias e seus delegados, federal e estadual em Minas Gerais, nas investigações que atentaram contra a democracia e a República. Abolir o sigilo das investigações é questão de transparência para a sociedade e sinalização de que as instituições dos Poderes Públicos, Polícia Federal e Polícia mineira, não estão subservientes a interesses políticos, inescrupulosos e criminosos. Ponto.
O ministro da Segurança do governo Temer, Raul Jungmann, cujo histórico comunista o alinha ao politicamente correto e o coloca na história como parceiro político de um legado desastroso de um governo irresponsável e insano gerencialmente, ao manter o delegado Rodrigo Morais à frente das investigações em Minas sobre o atentado contra a vida de Bolsonaro, se torna cúmplice do criminoso por apoiar e ocultar da sociedade os caminhos que o inquérito está tomando e o que está sendo feito com as provas e o rastreamento das ligações políticas criminosas de Adélio com seus chefes no planejamento da morte de um deputado federal e presidenciável.
Também se tornam cúmplices da tentativa de assassinar Jair Bolsonaro todos os outros candidatos a presidente da República, todos partidos políticos, as organizações de classe, principalmente a OAB e o Congresso Nacional por omissão e covardia para defender a democracia e a liberdade de informação que é um direito da sociedade brasileira, garantindo a soberania da verdade e a punição de quem enveredou pelas trilhas da criminalidade para impedir que a vontade do povo brasileiro se faça valer como autoridade única da República.
O criminoso não é unicamente aquele que empunha a faca e desfere o golpe mortal, mas todos aqueles que direta ou indiretamente trabalham para esconder a verdade e proteger a rede de criminosos que se escondem nas alcovas dos poderes constituídos e lá tramam contra a democracia e contra a República e a sociedade de bem.
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